segunda-feira, 2 de março de 2009

Consultoria Funerária

Seriamente, acho que vou abrir uma consultoria funerária.
Porque é tanta burocracia pra conseguir fazer uma coisa que parece que depois que a pessoa parte para o outro lado do mundo, a lei se torna mais difícil de quando ela estava aqui conosco.
E uma coisa engraçada que parece como requisito primordial é pessoas que trabalham nesse ramo, serem um tanto metódicas ou diferentes.
Já me deparei com um fanático por batatas e passarinhos e que odiava futebol.
E ainda diz assim: "O carro do seu tio é movido a que? Álcool ou Gasolina?". "Ah, não sei. Acho que é à gasolina". E ele solta: "Ah, porque ele é à álcool, né?".
Já me deparei com pessoas que falam si-la-bi-ca-men-te. E vc não sabe se presta atenção na boca dela ou se acompanha o papo.
Claro que tem os malandros, que aproveitam o momento mais triste da sua vida, para ganhar uma comissão mais gordinha para o Natal.
E tem as pessoas que por estarem muito tempo nesse ramo, são as pessoas do bem. Os anjos que de uma forma ou outra, tenta dar uma palavra de carinho.
Fora que li uma reportagem que nos EUA é moda fazer festanças para o falecido, com direito a lista de presença e de confirmação, comidinhas, pétalas de rosa na hora do sepultamento entre outros quinquins. É o comércio em toda a parte. E publicidade tbm.
Sei que de louco, todo mundo tem um pouco, e penso novamente: Se nada der certo na vida, viro consultora funerária, com direito a cartão de visitas preto, com caveirinha no lado direito e letras a la vampiro.

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